Embora países como Estados Unidos, China e Índia também colham volumes expressivos de trigo, há uma diferença fundamental: grande parte da produção desses países é consumida internamente.
A Rússia, por outro lado, direciona uma fatia muito maior de sua colheita ao mercado externo, o que a transforma no principal fornecedor internacional efetivo.
A União Europeia aparece como concorrente relevante, mas enfrenta custos mais altos, regras ambientais rigorosas e produção fragmentada entre vários países, o que dificulta uma resposta tão agressiva quanto a russa no mercado global.
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